A inteligência artificial virou moda e pelos vistos, veio para ficar. Desde produzir chuva a rodo, à febre das caricaturas... tudo serve para dar uso ao Chat GPT. E eu? Logo eu que não gosto de modas, aderi a esta. Pronto, admito! Sou fã do Chat. Uso-o para tirar dúvidas, recuperar fotos antigas (que não funcionou a 100% mas os primeiros resultados foram ótimos) e para aconselhar-me a tomar a escolha certa (por exemplo em relação a automóveis, materiais de construção, produtos de beleza, etc.).
Dizem que não podemos fiar-nos num robot. Até porque nos filmes de ficção cientifica, quando eles ficam muito inteligentes, passam a querer exterminar os humanos. E vamos admitir que até estão certos em alguns casos...
Ainda hoje li um texto no facebook sobre a crescente dependência da inteligência artificial. Para algumas pessoas, esta ferramenta passou a ser essencial no dia a dia. Desde alunos até profissionais do mais alto nível, alguns parecem não conseguir raciocinar minimamente sem perguntar à IA o que pensa sobre determinado assunto. É aí que mora o perigo! As pessoas deixam de pensar, para optar pelo caminho mais fácil e ordenar que um robot pense por elas. O robot acede ao pedido e a pessoa fica com os créditos sem merecimento. Onde é que fica a sensação de realização pessoal? o mérito por esforço? Tudo isso é substituído pelo "chico-espertismo" de não se dar ao trabalho de pensar. É errado? Hum... depende. Num mundo cada vez mais rápido e competitivo, parece que vale tudo mas... até quando?


